Há para cada mulher um único homem e para cada homem uma multiplicidade de mulheres. Talvez porque para a mulher os homens que por ela passam são resquícios do Homem, esse morto-vivo cujos restos mortais repousam em qualquer sepultura anónima e cujo espírito transgride o tempo e o espaço, na forma como se faz recordar nos traços específicos dos demais homens. Mas para os homens apenas na diversidade das mulheres se tornam capazes de compreender o que a Mulher já sabe: cada uma, nada mais é que um órgão essencial na anatomia perfeita d’Ela.
Tal é a teoria pouco racional que me atravessa o espírito enquanto me deixo adormecer. Meditar sobre as complexas ou superficiais relações humanas nunca foi passatempo que me preenchesse, mas tendo em conta os últimos acontecimentos da minha, até agora, pacata vida, sou puxada para esse corcel alucinado de teorias vazias. Talvez o meu amigo David T.P tenha razão e a minha vida de facto desse mesmo um péssimo filme indiano. Enfim…
Tal é a teoria pouco racional que me atravessa o espírito enquanto me deixo adormecer. Meditar sobre as complexas ou superficiais relações humanas nunca foi passatempo que me preenchesse, mas tendo em conta os últimos acontecimentos da minha, até agora, pacata vida, sou puxada para esse corcel alucinado de teorias vazias. Talvez o meu amigo David T.P tenha razão e a minha vida de facto desse mesmo um péssimo filme indiano. Enfim…